quarta-feira, 19 de março de 2008

Dia do Pai, mas porquê?

Estarão agora vocês a perguntar porquê a escolha deste titulo para mais um pequeno texto, um texto com muitos sentimentos fortes e fracos, saudáveis e inuteis, estranhos e até obscuros.
Decidi escrever este texto a pedido de muitas familias (vá, mais propriamente pedido pela minha mãe). Decidi escrever e aceitei a opinião dela com agrado, pois achei importante escrever sobre uma pessoa que para mim, é uma das mais importantes. Não irei falar de tudo, pois será impossivel, mas irei relatar tudo aquilo que passei com o meu pai, momentos de risada, tal como lhe disse num postal castanho que lhe enviei com uma guitarra na frente (e não me digas que sabes tocar, porque não me parece).
Aquelas manhãs em que vamos todos no carro para a escola e te dá de repente uns atrofios pequeninos mas que assustam, faz com que te caracterizemos uma pessoa com um óptimo sentido de humor, não é? Faz com que percebamos que vais satisfeito para o trabalho e dás-nos a mesma imagem a nós, uma imagem que devemos seguir. Muitas vezes chateamo-nos, mas sei que são aborrecimentos passageiros e não duradouros. Sei que muitas vezes tens razões para ralhares comigo e com o Miguel, mas eu adoro-te! Sei que só queres o nosso bem, e lá isso eu percebo. Sei que te esforças para que tenhamos um futuro brilhante, e consegues. Sei que olhas para nós não como uma fonte de trabalho, mas como uma fonte de despesa, e gastas tudo para que nos possas ver felizes. Como vês, tens todos os lados positivos da história.
A pergunta do meu titulo, não responde ao que estive aqui a relatar, mas afinal de contas, "Dia do Pai, mas porquê?". Secalhar porque é preciso que haja um dia em que tudo se torne diferente, que seja menos um dia vulgar..

Um comentário:

Pastel de Nata disse...

concordo ctg meu amor
não é preciso um dia do pai para eles existirem, existem ts os dias nas nossas vidas, e são os pais quem mais nos mimam ( falo pq ser rapariga e menina do papa)
amote