sexta-feira, 30 de maio de 2008

O final..

Pois é.. Ainda hoje estava na minha aula de Formação Cívica e apercebi-me do quanto os professores trabalham no final do ano lectivo, o quanto se esforçam para que as notas saiam a tempo.
Ver que durante um ano inteiro, todos os dias a entrar naquela escola e a sair, fazer novas amizades, olhar e cumprimentar sempre as mesmas pessoas, rir em todos os momentos.. Fiquei hoje parada a relembrar-me de todo o tempo que passei ali, naquele 8ºC.
Uma turma que nunca irei esquecer, e muito menos um ano, porque sim, este foi um ano cheio de aventuras, experiências novas, mas acima de tudo, aprendizagem constante.
Acabou-se finalmente a época de testes e sim, agora estou descansada. Acabou-se a rotina de estudo permanente, os resumos enormes para estudar, os dias inteiros a "empurrar" matéria para a cabeça, enfim.. Um ano cheio de vida.
Tudo irá acabar dia 6 de Junho, um ano de vitórias e derrotas, um ano de muitas surpresas, um ano essencialmente, muito bom.
Para o ano lá estaremos, de mãos dadas com uma nova turma.

domingo, 25 de maio de 2008

Dar tudo por tudo

Na vida, todos nós temos objectivos.. Objectivos que se pretende traçar e alcançar, para que mais tarde nos lembrarmos do quanto lutámos e os alcançámos.
Agora, com as aulas a terminar, há que ter objectivos ainda maiores: Terminar o ano em beleza.
E o que é que isto significa? É mesmo isso.. Dar o tudo por tudo para que se possa ter umas férias descansadas, sem aquele peso na consciência de que se poderia fazer melhor.
Lutar por um objectivo já é sinal de vitória, porque ao menos lutámos e sabemos o que nos esforçámos para o conseguirmos. Se nem sequer enfrentámos, aí vamos chorar e perguntar porque não quisemos fazer melhor.. Pois é.
Falo disto porque o ano passado, não me esforçava o suficiente para a escola, ou melhor, estudava o minimo para poder alcançar notas nas casas dos 60, mas este ano, desde o inicio que me esforço e nunca deixei a escola para segundo plano, e sim, vou acabar o ano em beleza.

domingo, 18 de maio de 2008

Abstrai-me por duas horas

Ontem, dia 17 de Maio durante duas horas abstrai-me do meu pequeno mundo... Ao entrar numa tenda azul e amarela, na melhor tenda do Mundo, onde iriam estar os melhores, desliguei-me por completo de um mundo habitual, pelo qual passo e vivo todos os dias.

Os meus olhos brilharam quando viram tanta gente dentro daquela tenda... O coração palpitava com a ansiedade sobre a pele... Os minutos iam passando, e ia-se aproximando a hora do espectáculo, o grande espectáculo.

Cirque du Soleil não é só um simples circo... É um circo com os melhores do Mundo, e sabem o que isso é? Não sabem... As expectactivas eram enormes, mas ultrapassaram tudo isso.

Cada actuação era como se fosse um mundo cheio mas ao mesmo tempo vazio.

Cada actuação teria um gesto diferente do último.

Cada actuação simbolizava uma história, ou melhor, o circo era uma história.

Foi diferente de todos os outros porque para além de ser um circo, era um musical.

Um musical onde tudo fazia sentido, onde tudo tinha objectivo de acontecer.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

As melhoras

Brincadeiras de crianças... Brincadeiras tão sem graça que depois dão em desgraça.
As melhores Jorge, sabes que estamos aqui para te apoiar.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Recordações jamais esquecidas

Tenho recordações como qualquer outra pessoa. Estimo-as de uma maneira especial porque talvez um dia mais tarde me façam chorar ou até rir com tudo o que passei em adolescente que sou hoje.
Guardo recordações no fundo da minha gaveta, muitas delas para que possam apodrecer sem ninguém lhes tocar, pois eu sei que quando der de caras com todas elas, vou-me lembrar da revolta que senti em pequena.
São recordações de várias situações, tanto de momentos de alegria, como de momentos de tristeza, mas todas elas, mesmo assim, nunca perdem o seu valor.
Recordações não são simples lembranças que tentamos guardar para um dia recordar.. Recordações é o nosso passado em ponto reduzido, em ponto pequeno e isso faz toda a diferença.
Não as deito fora porque não tenho que as deitar, e se as estimo como se fossem um bem meu, não vou abdicar delas, mesmo que algum dia a casa arda mas que o fogo se apague, elas vão estar todas principalmente cá dentro, mas talvez papéis em mãos, será mais fácil observar o quanto fui e sou feliz.