segunda-feira, 23 de março de 2015

23 de março.

O dia 23 de março terá sempre um significado especial para mim.
Foi o inicio daquele que seria o meu primeiro, grande, amor.
Passaram oito anos. A vida continua.

E por mais obstáculos que se atravessem no vosso caminho, façam, sempre, o favor de ser felizes.

quarta-feira, 18 de março de 2015

(...)


"Quem muito se ausenta, um dia deixa de fazer falta."

De que nos vale um sorriso rasgado se não é verdadeiro... De que nos vale uma amizade que se pensa ser duradoura quando na hora da verdade, ela é a primeira a ir embora... De que nos vale acreditar que as pessoas são todas boas pessoas e que, mal damos por elas, já nos conseguiram bater com a porta... De que nos vale acreditar que toda a gente tem boas intenções... De que nos vale uma lágrima no canto do olho se, na verdade, não é merecida... De que nos vale um telefonema falso, uma mensagem hipócrita, uma noite em claro...
De que nos vale acreditar que toda a gente nos faz falta... De que nos vale acreditar que a ausência pode ser preenchida por outra qualquer pessoa.

Temos que ser mais verdadeiros. Temos que ser mais honestos. Temos que rir mais, verdadeiramente. Temos que ser melhores. Temos que preservar as amizades. Temos que preservar AS PESSOAS. 

E repito, "Quem muito se ausenta, um dia deixa de fazer falta."

sábado, 14 de março de 2015

Quem a vida junta, também separa.

Quem olhava para nós dizia que éramos inseparáveis. INSEPARÁVEIS.
Nos últimos anos, toda a minha vida tinha sido vivida ao lado daquela pessoa. A partilha dos momentos, das mais diversas situações.
E de facto a vida juntou-nos, por um ou outro motivo... Mas foi ela que também nos separou.
Não sei se por obra do destino, se estava realmente traçado, ou se alguma de nós deu um passo em falso.
Hoje pergunto-me porquê. Não consigo encontrar respostas.
Percorri alguns dias, olhei para trás. Encontro algumas razões mas nenhuma delas forte o suficiente para isto acontecer.
Tantas "desculpas", mas nenhuma delas uma justificação.
Quem a vida junta, também separa.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Planos.

Recomeço hoje o segundo semestre do meu terceiro ano.
Poderia não estar aqui hoje, sentada neste auditório, a ouvir os objetivos propostos para a Unidade Curricular de Psicopatologia Geral.
A vida pregou-me uma partida. E alterou-me os planos.
Estava eu preparada para embarcar numa aventura nova. Aventura essa que começaria dentro de momentos. Mas a vida, a vida.. A vida pregou-me uma partida. Gostava de, neste momento, estar num outro lugar, com outras pessoas, com outros professores. Mas a vida.. A vida.
Hoje começo, em Lisboa, o último semestre da minha licenciatura. Este percurso está ainda a meio. Mas muito já foi feito. E sinto-me... Bem, não me poderia sentir mais satisfeita.
A vida.. Essa que tantas vezes nos trama e nos muda os planos. Essa que nos faz planear tudo e de um momento para o outro nos faz mudar tudo. Essa que se torna tão boa e ao mesmo tempo tão injusta.
Mas é a vida, não é?
Os planos... Bem, esses tenho que os adiar. Um dia voltarei a pensar neles. Agora é tempo de voltar à rotina, aos hábitos, ao estudo.